Um jovem foi mordido no parque de Yosemite(California) por uma cascavel. O braço parecia ser irrecuperável e sua vida corria um grande risco. Após 20 meses internado/doente(infierno?) e depois de desembolsar 700.000 dólares entre voos de helicóptero, hospitais e operações (13 no total), o jovem pode recuperar 80% da movibilidade no braço afetado.
As cascaveis dos Estados Unidos (crotálidos) possuem um veneno que causa a morte do teciso (necrosis/necrose) no local da picada, e nas zonas proximas ao local e em caso de chegar à corrente sanguinea pode extenderse a maior velocidade e causar uma morte rápida.
Algumas horas após o ataque a "cura cirurgica"(curación quirúrgica?) para tentar salvar o braço e a vida do paciente começa, a picada parece haver produzido na palma da mão, a morte do tecido avança e a necrose já afeta a pele e os músculos. A pele em tom mais claro esta morta e devido ao inchaço foi rasgada. O cirurgião tirou parte da pele para poder limpar a zona do tecido morto que pode gangrenar e colocar a vida do paciente em perigo. Não sangra devido à morte parcial em que se encontra toda a zona.
Tanto o pulso como o braço parecem afetados pelo veneno por isso o cirurgião deve realizar um corte ao longo do braço chamado incisão de "Despejo", por este motivo todo o braço é "descoberto" podendo se observar os músculos ao ar. Esta incisão se realiza para poder observar de forma direta o avanço da toxina e poder atuar de forma imediata removendo qualquer tecido necrosado e para liberar a pressão producida pela inchação do tecido interno, durante alguns dias ficara descoberto até que o inchaço baixe e que seja verificado que a morte do tecido não estaja se extendendo.
Nesta foto pode-se observar uma melhora nas zonas antes escuras agora mostram outra vez um tom vermelho brilhante que demonstra que o tecido volta a "criar vida".
Vários dias depois a mão e o ante-braço seguem muito inchados e a incisão de despejo continua aberta, contudo já não se observa tecido necrosado.
Por meio dos cordões vermelhos procura-se aproximar as bordas da pele para cobrir nervos e tendões.
Comaçam a dar alguns pontos de sutura no pulso e palma, não se encontra tecido morto na inflamação começa pouco a pouco a baixar, o tom vermelho brilhante mostra que o tecido esta recobrando a vida.
O defeito cutâneo tornou-se muito grande por isso requer um incherto de pele para reimplantar a original perdida no proceso de salvamento do braço.
Os inchertos de pele na palma e no ante-braço com aspecto de "malha" pertencem ao própio paciente e tem este aspecto para optimizar a superficie que pôde cobrir.
O incherto for favorável e pouco a pouco começa a cicatrização da zona reconstruida.
A mão perdeu tanto tecido que adotou uma posição contraída, o polegar esta quase inutilizável e deve ser corrigido ou será irrecuperável.
Vários meses depois a cicatrização esta praticamente finalizada contudo existem zonas que não foram completamente reconstruidas, o polegar parece começar a voltar para seu lugar.
Um segundo incherto foi necessário para reconstruir completamente o braço, o polegar e a mão já estão no lugar e parecem voltar a ser funcionaiss.
O braço foi totalmente reconstruido, este é o resultado final.
O mais importante além da reconstrução é ter salvado o membro e acima de tudo a vida do paciente que teve sorte de encontrar uma equipe médica tão eficiente.
:) bom, o texto foi traduzido por completo pela minha pessoa *-* suashaushas
Se eu achar alguma coisa legal pra postar ainda hoje(...),coisa que dúvido muito, já que tive um baita trabalho pra traduzir isso ai... vale um clique no bannner né? suhasuhasuhas :P adios aBigos *-*
Aqui está uma lista de checagem do córtex pré-frontal. Por favor, leia essa lista de comportamentos e classifique-se em cada comportamento catalogado. Use a escala e coloque o número apropriado ao lado do item.
Por favor, seja honesto!
0 = nunca
1 = raramente
2 = ocasionalmente
3 = freqüentemente
4 = muito freqüentemente (os numeros em cinza são os meus, ignoreos :P)
3___1. Incapacidade de prestar atenção a detalhes
ou evitar erros por falta de cuidado.
4___2. Problema em manter a atenção em situações
de rotina (dever de casa, tarefas,papelada, etc.).
2___3. Dificuldade em ouvir.
2___4. Incapacidade de terminar coisas, seguimento
insuficiente.
2___5. Falha na organização de tempo e espaço.
4___6. Distração.
2___7. Pouca habilidade de planejamento.
4___8. Falta de objetivos definidos ou de pensar no futuro.
3___9. Dificuldade em expressar os sentimentos.
4___10. Dificuldade em expressar solidariedade pelos outros
3___11. Excessivo sonhar acordado
2___12. Tédio
3___13. Apatia ou falta de motivação
2___14. Letargia
1___15. Sentimento de vazio de estar "em uma neblina"
2___16. Desassossego ou dificuldade de ficar parado
1___17. Dificuldade de permanecer sentado em situações em que se espera que a pessoa fique sentada
2___18. Busca de conflito
4___19. Falar demais ou de menos
0___20. Dar rápido a resposta, antes de as
perguntas terem sido completadas.
2___21. Dificuldade em esperar sua vez
3___22. Interrupção dos outros ou intromissão
(por exemplo: meter-se em conversas ou jogos)
2___23. Impulsividade (dizer ou fazer coisas sem pensar antes)
4___24. Dificuldade de aprender pela experiência,
tendência para cometer erros repetitivos. (é, eu sou hiperativo .-. nada que não soubesse. ) poste seu resultado ai :)(ou não... só se vc quiser... ah... posta logo seu emo!)
Avaliação
Cinco ou mais sintomas com a nota 3 ou 4 é indicativo de possível hiperatividade. Porém, apenas através de uma consulta com um profissional chegar-se-á a um diagnóstico e consequente prognóstico.
Ao visitar o site da ABDA, no final da lateral esquerda deste site, você encontrará indicações de profissionais que atuam com hiperatividade e déficit de atenção em todo o Brasil, inclusive profissionais que atendem na rede pública.
De toda forma, hiperatividade não é uma "doença". Muitas pessoas com hiperatividade podem até não saber e seguem um curso normal de vida.
Outras pessoas até têm destaque e projeção mundial. Conheça aqui vários Hiperativos Famosos.
Quem nunca ouviu uma dica ou sugestão de alguém com relação aos cuidados com o corpo? Por esse motivo, Rachel Vreeman e Aaron Carroll publicaram nessa semana um estudo que revela vários mitos médicos que muita gente acredita até hoje.
Veja quais são eles: As pessoas devem beber pelo menos 8 copos de água por dia
O conselho de beber pelo menos oito copos de água por dia é uma das mais comuns recomendações populares. Segundo o estudo, o mito teve origem em 1945, quando nasceu um boato que dizia que um adulto precisa de 2,5 litros de água por dia. De acordo com os médicos, o consumo de líquidos pode ser feito por meio de dieta de sucos, leite e até mesmo café. Eles também advertem que, beber quantidade excessiva de água pode ser perigoso, resultando em intoxicação hídrica e até mesmo a morte. Nós usamos apenas 10% do nosso cérebro
Essa crença tem persistido por mais de um século, apesar dos avanços na neurociência. Algumas fontes dão conta que ela tenha surgido de uma alegação de Albert Einstein, mas não existe nenhuma referência. De acordo com o estudo, é inviável manter alguma parte do cérebro sem atividade. Além disso, pesquisas comprovam que as pessoas usam muito mais do que 10% da atividade cerebral. As muitas funções do cérebro são localizadas, com atibuição de diferentes tarefas em diferentes regiões anatômicas. Cabelos e unhas continuam a crescer mesmo depois que morremos
Mórbido e sem fundamento. Segundo o estudo, este mito tem base em um fenômeno biológico. Quando uma pessoa morre, o corpo desidrata e começa a secar. Esse processo de retração ao redor do cabelo ou da pele cria uma aparência de aumento do comprimento. . Raspar os pêlos faz com que eles cresçam mais rápido, mais escuros e grossos
Outra crença que tem origem popular. Fortes evidências científicas desmentem essas alegações. Em 1928, um estudo clínico demonstrou que o corte do cabelo não exerce qualquer efeito sobre o seu crescimento. Uma explicação para o mito está no fato de que, ao cortar os cabelos, os novos fios ainda não foram atingidos pelos raios solares ou outros aspectos químicos, deixando-os com uma aparência mais escura do que o cabelo já existente. Ler com pouca luz prejudica a visão
Talvez um dos mitos mais polêmicos, mas sem qualquer fundamento. De acordo com o estudo, a leitura em ambientes com pouca luminosidade causa desconforto, faz com que a córnea fique mais seca e expõe os olhos a trabalharem com um esforço maior, no entanto, não oferece riscos permanentes à visão. No passado, as condições de leitura envolviam muito menos iluminação, com uso de velas ou lanternas, mas o aumento das taxas de miopia nos últimos séculos não deve ser necessariamente apoiado nessas condições. Comer peru torna as pessoas sonolentas
A presença de triptofano no peru pode ser um dos motivos do mito, pois existem provas científicas de que o triptofano está envolvido diretamente no controle do sono e humor e pode causar sonolência. Entretanto, o peru não contém um número excepcional de triptofano capaz de deixar uma pessoa sonolenta. Outros mecanismos fisiológicos explicam a sonolência após as refeições. Comer à noite engorda mais
À primeira vista este mito parece ser coerente, entretanto, alguns estudos científicos indicaram que não tem fundamento. O problema não é comer à noite. As pessoas engordam porque consomem mais calorias do que queimam. Outros estudos não encontraram nenhuma ligação entre as pessoas que comem à noite com o ganho de peso. . Manter a cabeça protegida diminui o calor
Os mais antigos costumam dizer que o uso de chapéus e bonés ajuda a diminuir a temperatura do corpo. Infelizmente isso não é verdade. O corpo perde calor e vai reduzindo a temperatura proporcionalmente. Então, se você quiser manter sua cabeça coberta, saiba que não facilitará o calor. . Você pode curar a ressaca
Tome aspirina, coma banana, beba água, tome banho, enfim… nada do que você venha a fazer vai acabar com a sua ressaca. Não há provas científicas ou comprovação de que qualquer tratamento seja eficaz na recuperação de uma ressaca. A ressaca é causada pelo excesso de álcool, logo, a maneira mais eficaz de evitar a ressaca é não consumir álcool ou fazê-lo com moderação, afirma o estudo. Os suicídios aumentam durante as folgas
Existe um mito que afirma que durante as folgas (férias, finais de semana e feriados) aumentam os casos de suicídio. Um estudo realizado no Japão provou que os índices de suicídios cometidos entre 79 e 94 foram menores nos dias que antecederam os feriados do que nos próprios dias. Uma outra pesquisa realizada nos EUA, ao longo de 35 anos, revelou que não houve aumento antes, durante ou depois dos períodos de folgas e feriados.
Não me causa estranheza que alguém se submeta a uma cirurgia, afinal a Medicina está aí com grandes avanços para nos ajudar e salvar. Mas você acreditaria se eu dissesse que algumas pessoas, por motivos diversos, resolveram deixar os médicos de lado e operar a si próprias? Pois é. Vamos ver os malucos:
9- Dr. Jerry Nielsien
O que ela fez: Biópsias e auto quimioterapia
Esta é muito louca: Dra. Jerri Lin Nielsen era a única médica numa base militar no Pólo Sul. Um dia ela notou algo estranho em seu seio. Era um caroço estranho e Jerry desconfiou que fosse um tumor. Jerry resolveu então fazer uma biópsia em si mesma. Usando os precários equipamentos de primeiros socorros da base ela se submeteu a uma auto-cirurgia e obteve amostras para Biópsia. Então enviou as amostras para os EUA através do avião de carga militar que abastecia a base. Quando os resultados vieram, mostraram-se inconclusivos, o que fez com que ela resolvesse fazer uma nova biópsia. Jerry pediu equipamentos médicos melhores e tão logo eles chegaram ao Pólo Sul ela novamente realizou procedimentos cirúrgicos em si mesma. Enviou novamente amostras do tumor para análise e os resultados mostraram que era mesmo câncer. Jerry ficou abalada mas resolveu fazer quimioterapia. Solicitou à base o envio de medicamentos e fez sua própria quimioterapia lá na base no Pólo Sul. Tempos depois um avião foi resgatar a médica e a levou para os EUA. De volta ao seu país, Jerri Lin Nielsen se submeteu a algumas cirurgias e continuou o tratamento de quimioterapia até que seu câncer entrou em remissão e ela ficou boa. Com sua experiência de sobrevivência incomum ela virou uma conferencista motivacional de sucesso. A história dela virou filme. 8- Amanda Feilding
O que ela fez: Trepanação (buraco na cabeça)
Algumas pessoas acreditam que abrir um buraco na cabeça expondo o cérebro é um tipo de terapia com benefícios diversos. Sabe-se que a trepanação era praticada no antigo egito e em algumas sociedades tribais pré-colombianas da América do Sul. Amanda Feilding passou grande parte do tempo em busca de um médico que topasse fazer trepanação nela. Como não encontrou, ela decidiu fazer isso em si mesma. Usando uma mini furadeira de dentista controlada a pedal, brocas e bandagens para aparar a sangueira, ela ficou de frente par5a um espelho, raspou uma parte do cabelo e meteu a furadeira no próprio crânio, abrindo um buraco por onde o sangue escorreu, empapando as bandagens.
Amanda diz que após abrir um buraco na própria cabeça ela se sentiu super bem. Pra deixar a coisa ainda mais bizarra, ela registrou tudo em vídeo. O procedimento aparentemente deu certo e ela não entrou para o Darwin Awards. Uma pena. 7-Deborah Sampson
O que ela fez: Ensinou ao Rambo como tirar uma bala do próprio corpo
Deborah Sampson era mulher, mas era tão grande, forte e esquisita que mais parecia um homem. Em 1782 ela se alistou no exército com o nome de Robert Shutleff. Contrariando todas as possibilidades, esta mulher ficou anos no exército, pois todo mundo realmente pensava que “Robert” era um cara. Ninguém se ligou que ele não fazia a barba e não tomava banho junto com a galera. Mas sabe como é a lei de Murphy? Um dia em batalha, Deborah-Robert foi ferida com um tiro na coxa. Ela foi retirada do campo de batalha e enviada para o hospital. Quando acordou no caminho e percebeu que estava indo para o hospital de campanha e concluiu que os medicos descobriram seu segredo. Daí ela fugiu e se refugiou longe do hospital, onde usou agulha e linha de pregar botões e um canivete para abrir a própria perna e tirar a bala de chumbo lá de dentro. Sem anestesia! Debora suturou a própria perna e voltou para a caserna. Tempos depois ela foi ferida novamente e o medico descobriu que Robert era na verdade uma mulher feia. O médico denunciou o caso e ela foi expulsa do exército, mas isso não impediu que ela e seus descendentes recebessem uma pensão militar. 6-Dr. Evan O´Neill Kane
O que ele fez: Operou o apêndice e uma hérnia ignial sozinho
Dr. Evan era um medico bastante conhecido e acreditava que a anestesia geral era uma mera frescura, totamente desnecessáraia para “pequenos procedimentos”. Então ele resolveu operar a si mesmo, abrindo a própria barriga e tirando o próprio apêndice, apenas com uma anestesia local. O cara fez isso olhando com um espelhinho. Ele pediu que médicos colegas ficassem assistindo, para caso algo “desse errado” e só aceitou ajuda para a suturação pós cirúrgica. (costurar a si mesmo olhando pelo espelhinho dava muito trabalho)
Não foi só isso. Quando chegou aos 70 anos, Evan resolveu se operar novamente, abrindo a barriga outra vez sem cirugia geral e efetuou um procedimento médico muito mais complicado e arriscado, que era reparar uma hérnia ignial. Devido ao risco do procedimento em função da proximidade com a artéria femoral, o Dr. Evan tomou muito cuidado, mas mesmo assim conseguiu terminar a cirurgia em menos de duas horas. 5-Joannes Lethaeus
O que ele fez: Litotomia (algo que só Chuck Norris consegue fazer)
Há 360 anos atrás, o Dr. Nicolaes Tulp escreveu em seu livro sobre um caso tão escalafobético que entrou para a história da Medicina:
Having decided that no one but himself would cut into his flesh, he sent his wife to the fish market, which she didn’t mind doing. Only letting his brother help him, he instructed him to pull aside his scrotum while he grabbed the stone in his left hand and cut bravely in the perineum with a knife he had secretly prepared, and by standing again and again managed to make the wound long enough to allow the stone to pass. To get the stone out was more difficult, and he had to stick two fingers into the wound on either side to remove it with leveraged force, and it finally popped out of hiding with an explosive noise and tearing of the bladder. Now the more courageous than careful operation was completed, and the enemy that had declared war on him was safely on the ground, he sent for a healer who sewed up the two sides of the wound together, and the opening that he had cut himself, and properly bound it up; the flesh of which grew so happily that there no small hope of health was, but the wound was too big, and the bladder too torn, not to have ulcers forming. But this stone weighing 4 ounces and the size of a hen’s egg was a wonder how it came out with the help of one hand, without the proper tools, and then from the patient himself, whose greatest help was courage and impatience embedded in a truly impenetrable faith which caused a brave deed as none other.
Basicamente o cara tinha uma formação de cálcio gigante do tipo pedra nos rins - uma das coisas que mais doem na face da Terra - e a pedra era grande demais para sair por “vias naturais”. Assim, ele resolveu usar o método não ortodoxo e despachando a mulher para o mercado, com a ajuda do irmão, usou uma faca de cozinha para cortar a pele atrás do testículo e foi cortando -sem anestesia- cada vez mais fundo até chegar na bexiga. O cara alargou o buraco a tal ponto que conseguiu enfiar dois dedos dentro da própria bexiga, agarrou a pedra, que era tão grande quanto um ovo de galinha e com algum esforço, retirou-a de lá na maior ignorância. Posteriormente, ele teve que ser suturado sem os equipamentos médicos necessários ou conhecimento para tal. E conseguiu!
Sinceramente, não sei como isso é possível sem o cara ser o Chuck Norris. 4- Simpson Parker
O que ele fez: Amputou o próprio braço
Simpson Parker era um fazendeiro da Carolina do Sul que estava pilotando uma colhedeira de milho em sua fazenda quando viu que estava acontecendo um problema com a colhedeira. Ele subiu no equipamento com ele ainda funcionando para tentar solucionar quando os rolos que capturavam o milho agarraram sua luva e então sua mão, esmagando-a. Parker entrou em desespero ao ver que a colhedeira estava tragando-o para dentro dela. Com seu braço livre Parker conseguiu agarrar uma barra de ferro e enfiou a mesma no mecanismo de corrente da maquina, impedindo-a de esmigalhar todo o braço dele. Ele gritou por asocorro durante muito tempo, mas naquele lugar ermo era impossível que alguém o ouvisse. A maquina continuou funcionando mas a barra impediu a corrente de girar. Então ela superaqueceu e começou a soltar faíscas. As faíscas atingiram o milharal seco e um grande incêndio começou a se formar.
Enquanto isso, Parker estava com o braço esmigalhado e agarrado na trituradora. Ele lutou para se libertar mas foi impossível. O incêndio começou a aumentar rapidamente e Parker caiu na real que iria morrer se continuasse ali. Com a mão livre ele pegou o canivete da cintura e usou os dentes para abri-lo. Sem dó nem piedade ele cravou a faca em si mesmo e começou a cortar tendões, musculos e finalmente o osso do braço para conseguir se soltar da colhedeira. O fogo começou a liberar muito calor e a pele de Parker começou a fritar. Ao chegar no osso, Parker viu que não conseguiria cortá-lo. Quase desmaiando com a dor do braço esmagado e das queimaduras do fogo, ele decidiu jogar seu peso contra o braço, de modo que o osso estalou e quebrou em uma fratura horrível. Parker caiu no chão sem o braço. Estava livre da maquina. Ele correu pelo milharal queimado e com o membro esguichando sangue anté chegar na caminhonete e ainda dirigiu por um longo trecho até chegar na estrada. Atravessou o carro na pista na frente de um automóvel e pediu ajuda. O homem ligou para a emergência e um helicóptero chegou em minutos e o levou para o hospital, onde Parker passou por cirurgias e ficou um mês num centro para queimados antes de ir para casa.
3-Leonid Rogozov
O que ele fez: Retirou o próprio apêndice
Leonid Rogozv era um medico de 27 anos que estava lotado na base de Novolazarevskaya na Antártida. Leonid começou a passar mal e diagnosticou que estava tendo uma crise de apendicite. Sem ninguém para ajudá-lo, ele resolveu que o único jeito de se safar era se operando. Não havia como contactar a base principal para pedir suporte aéreo e a solução emergencial era ele mesmo se fazer a cirurgia. Ele pediu que os meteorologostas segurassem os separadores, o motorista para segurar um espelho, e outros cientistas para lhe passar os intrumentos cirurgicos. Leonid usou um bisturi para abrir sua própria barriga. EM função da dor durante a operação ele acabou desmaiando, mas foi capaz de extirpar o órgão inflamado e suturar a sua própria barriga. Em dois meses ele estava completamete recuperado. 2- Douglas Goodale
O que ele fez: Amputou o próprio braço
Douglas Godale era um pescador de lagostas do Maine. Um dia ele estava sozinho em seu barco pegando as armadilhas de lagostas quando uma onda enorme atingiu a lateral do barco, desequilibrando-o. A armadilha pesada que estava sendo içada com um guindaste produziu uma folha na corda e isso fez com que Douglas ficasse preso no equipamento, pendurado do lado de fora da embarcação.Isso também fez com que ele deslocasse o ombro e ferisse o braço. Douglas estava em total desespero e certo de que iria morrer usou os instintos de sobrevivência. Com seu braço bom ele conseguiu jogar o corpo de volta dentro do barco e percebendo que seria impossível se soltar do guincho, ele usou uma faca para cortar o próprio braço. Devido ao frio intenso, Douglas teve uma vasoconstrição e isso salvou sua vida, pois permitiu que ele conseguisse pilotar o barco por um bom tempo até voltar ao píer onde pediu socorro. 1-Aron Ralston
O que ele fez: Amputou o próprio braço
Aron Ralston era um engenheiro mecânico que gostava de escalar montanhas. Um dia, quando escalava sozinho um canion, uma rocha se desprendeu e caiu sobre ele, esmagando seu braço direito. Aron gritou por socorro mas nada aconteceu. Não havia ninguém num raio de varios quilômetros ao seu redor. Ele ficou por cinco dias sob a pedra, tentando parti-la e desprender seu braço. Durante o dia, o sol era muito forte e com desidratação e já sofrendo deleírios, ele decidou que ou cortava o braço ou iria morrer ali mesmo.
Usando uma lâmina cega ele conseguiu cortar todo o tecido mole ao redor do osso e usou o equipamento que tinha nas mãos para serrar o osso e se libertar. Quando finalmente conseguiu, ele ainda precisou escalar um paredão e fazer um rapel e andar 8km até sua caminhonete. Por sorte ele foi encontrado por outros aventureiros no caminho e lhe deram água e pediram ajuda pelo radio. Então ele foi levado ao hospital St. Mary’s onde passou por uma cirurgia. Posteriormente um grupo chegou ao local do desastre e libertou o braço amputado, que foi cremado e as cinzas entregues a Aron, que voltou ao Canion e dexou as cinzas de seu próprio braço lá.
Aron ainda faz escaladas. Agora usando um braço mecânico.
Sozinha em seu casebre e um quarto nas montanhas do sul do México, Inês Ramirez Perez começou a sentir as fortes dores do parto.
Três dias antes, ela deu a luz a uma menininha que nasceu morta. O sol já havia se posto a algumas horas e a clínica médica mais perto ficava a 80km distante através de uma tortuosa trilha e seu marido, o único que a ajudou nos outros cinco partos que ela teve ao longo da vida, estava enchendo a cara num bar. Nem no pobre casebre e nem no bar havia sequer um telefone.
Então à meia noite, após 12 horas de dores constantes, a pequena mulher de 40 anos, sentou-se em uma pequena banqueta de madeira, pegou uma garrafa de álcool e tomou alguns goles, agarrou uma faca de 15cm e começou a enfiar na barriga.
Sob a luz de um único lampião, Ramirez cortou a própria carne através da pele, gordura e musculos até chegar ao útero e puxar o bebê, que era um menino. Tudo isso sem uma única gota de anestesia. Ela então cortou o cordão umbilical com um par de tesouras e perdeu os sentidos.
A data era 05 de março de 2000. Hoje o bebê que nasceu de uma cesariana caseira feita pela própria mãe, chama-se Orlando Ruiz Ramirez e é um garoto forte e acredita que sua mãe foi agraciada com um milagre de ter sido a única mulher no mundo de efetuar uma auto-cesariana.
Embora não houvessem testemunhas oculares do bizarro fato, dois médicos obstetras que a examinaram 12 horas após o nascimento de Orlando confirmaram o fato aos jornalistas.
Dr. Honorio Galvão e Dr. Jesus Guzman ficaram impressionados e contaram o caso num encontro de médicos mas a coisa realmente só atraiu a atenção qaundo foi publicado no renomado periódico International Journal of Gynecology and Obstetrics.
Ramirez disse que ficou se “operando” por quase uma hora até extrair o bebê e finalmente desmaiar. Quando recuperou a consciência, ela enrolou uma roupa em volta do ferimento e pediu ao filho de 6 anos, Benito, para correr e pedir ajuda. Benito saiu correndo para buscar socorro e algumas horas depois, retornou com Leon Cruz o enfermeiro da região e o pai da criança.
Cruz suturou o corte de 17cm com uma agulha e linha comuns. Os dois homens levantaram a mulher e colocaram-na numa carroça puxada por cavalos e dirigiram-se pelas estradas tortuosas para a clínica, que ficava a duas horas de viagem dali.